Celular ou desktop? Qual a preferência do eleitor conectado?

Primeiro passo para toda ação de planejamento, incluindo o planejamento de campanhas eleitorais, é conhecer o ambiente e e os públicos envolvidos.

Trazendo esse ensinamento para os desafios de uma campanha eleitoral, um passo fundamental para chegar mais perto de uma vitória nas urnas e conhecer os eleitores, seus comportamentos de consumo de conteúdo e suas motivações de voto.

Essas informações podem ser encontradas na pesquisa O perfil do eleitor conectado, realizada a cada ano eleitoral pela escola de comunicação e marketing político Presença Online, que identifica como o eleitor das eleições de 2020 acessa a internet e seus comportamentos de consumo de conteúdo, incluindo interesse em diferentes meios e canais, além de formatos e informações que busca de candidatos políticos.

Internet ou desktop? Qual a preferência do eleitor conectado?

Essa informação permite que candidatos e suas equipes planejem a comunicação com eleitor com mais assertividade. Além disso, compreender o tipo de informação e quais os formatos mais interessantes para esse público aumenta o resultado das ações, ao mesmo tempo que reduz os custos de campanha.

Se 84% dos eleitores acessam a internet pelo celular, os formatos de site mobiles, por exemplo, devem ser prioridades para o candidato. Além disso, o uso da comunicação por meio desse canal traz inúmeras possibilidades de formatos.

Mas é importante também estar atento ao plano de celular, já que celulares com com planos pré-pagos acabam fazendo uso mais amplo de redes sociais, já que as  operadoras liberam o uso sem custos. Esse tipo de informação, já sinaliza que presença nas redes sociais pode ser uma estratégia fundamental dos candidatos às eleições 2020.

 

Saiba mais sobre o Perfil do Eleitor Conectado

Resultado da parceria entre a Presença Online, escola de comunicação e marketing político; a Vitorino&Mendonça, consultoria focada em estratégias de reputação e gestão de crise; e o instituto de pesquisa GERP, três instituições envolvidas na produção de conhecimento sobre marketing e comunicação política, a pesquisa sobre o perfil do eleitor brasileiro conectado chega a sua 4ª edição com maturidade no rigor científico e o apoio de um grupo seleto de pesquisadores na área.

A pesquisa sobre o perfil do eleitor conectado teve sua primeira versão nas eleições de 2014. Desde então, a cada período eleitoral, buscamos compreender a formação discursiva e simbólica dos eleitores brasileiros conectados. Os resultados da pesquisa partem de dados estatísticos e podem ser utilizados como base para o planejamento de campanhas eleitorais e ações de comunicação governamentais.

Como a pesquisa sobre o Perfil do Eleitor Conectado foi realizada?

Método: a pesquisa é do tipo quantitativa, levantando percentuais para as variáveis estudadas a partir de questionário estruturado, previamente elaborado. As entrevistas foram realizadas pela internet respeitando as quantidades estabelecidas de cada Estado em suas Regiões, de acordo com a informação de domicílios que possuem internet.*

População: a população pesquisada é definida como pessoas maiores de 16 anos e residentes na área pesquisada.

Área: todo o território Nacional.

Amostra: 3.955 entrevistas
Os dados foram ponderados em função do número de eleitores** de cada Estado e pelo número de domicílios com internet de cada Região***

Margem de Erro: com 3.955 casos, a margem de erro para projeção dos dados é estimada em +/- 1,59 p.p.

Nível de confiança: 95,5%
Período: Entre os dias 1o de Março e 14 de Junho de 2020.

Saiba mais e baixe o e-book completo.

 

Maíra Moraes

Maíra Moraes

Coordenadora do MBA em Comunicação Governamental e Marketing Político no IDP-Brasília. Doutoranda em Comunicação e Sociedade na Universidade de Brasília (UnB), pesquisa a genealogia do conceito "fake news" buscando compreender os regimes de verdades construídos no contemporâneo. É gerente de projetos certificada PMP®, especializando-se na implementação de metodologias híbridas (presencial e a distância) de educação em redes públicas estaduais e municipais.

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